Área institucional
Área pública destinada a equipamentos comunitários, como escola, posto de saúde e praça.
130 termos de loteamento, viabilidade, topografia, terraplenagem, drenagem, esgoto, água, sinalização e Civil 3D, explicados em poucas linhas. Cada termo leva ao artigo e ao produto relacionados.
Área pública destinada a equipamentos comunitários, como escola, posto de saúde e praça.
Área da gleba que pode ser parcelada depois de descontadas a APP e as áreas com restrição legal, como declividade acima de 30%.
Parte da gleba que pode virar lote depois de descontadas APP, áreas não parceláveis, vias e áreas públicas.
Área pública destinada a vegetação e lazer. Conforme a lei municipal, parte da APP pode compor as áreas verdes do loteamento.
Áreas transferidas ao município no loteamento: sistema viário, áreas verdes e áreas institucionais. O percentual é definido pela lei municipal.
Vizinho de cada lado do lote: outro lote, uma via, uma área verde ou um limite da gleba. Aparece no memorial descritivo e na prancha do lote.
Divisão de uma gleba em lotes aproveitando o sistema viário existente, sem abrir novas vias. Também é uma forma de parcelamento do solo.
Orientações que a prefeitura emite para uma gleba antes do projeto de loteamento: traçado de vias principais, áreas públicas e exigências locais.
Faixa em que não se pode construir, como ao longo de rodovias, ferrovias e de algumas redes. Reduz a área aproveitável do lote ou da gleba.
Área de terra que ainda não foi parcelada em lotes. É o ponto de partida de um loteamento.
Terreno servido de infraestrutura, com dimensões que atendem aos índices urbanísticos da lei municipal. Pela lei federal, tem no mínimo 125 m² e 5 m de frente.
Divisão de uma gleba em lotes destinados a edificação, com abertura de novas vias de circulação ou prolongamento das existentes. É regido pela Lei 6.766/79 e pela lei municipal.
Texto que descreve um lote ou uma área: medidas, confrontantes, rumos ou azimutes, vértices e área. É exigido para registro e aprovação.
Objeto do Civil 3D que representa um lote ou uma área, com número, área e geometria. É a base para memoriais, pranchas e tabelas de lotes.
Divisão de uma área em lotes, por loteamento ou desmembramento, para fins urbanos. Só é permitido em zona urbana, de expansão urbana ou de urbanização específica.
Lei municipal que orienta o crescimento da cidade, definindo zonas, usos e parâmetros de ocupação.
Folha individual de cada lote, com croqui em escala, vértices, cotas, confrontantes e carimbo. Muitos municípios e cartórios exigem.
Conjunto de lotes delimitado por vias de circulação. A numeração dos lotes costuma ser feita por quadra.
Lado do lote voltado para a via pública, também chamado de frente. Define o acesso e o alinhamento do lote.
Divisão do município em zonas com regras próprias de uso e ocupação do solo, definida pela legislação municipal.
Triagem rápida de um terreno a partir de bases públicas, para decidir se vale aprofundar. Não substitui projeto, laudo nem consulta à prefeitura.
Área de Preservação Permanente: faixa protegida pelo Código Florestal, como as margens de cursos d'água e o entorno de nascentes. Não pode virar lote.
Lei 12.651/2012, que define as APPs, a reserva legal e as regras de proteção da vegetação nativa.
Rio, córrego ou riacho natural. Gera APP nas margens, com largura que depende da largura do leito.
Linha que liga pontos de mesma altitude no terreno. O espaçamento entre as curvas mostra a inclinação: curvas próximas, terreno íngreme.
Inclinação do terreno, em porcentagem. Acima de 30%, a lei federal só permite parcelar com exigências específicas das autoridades.
Lei federal do parcelamento do solo urbano. Define, entre outros pontos, o lote mínimo de 125 m² e o limite de 30% de declividade para lotear.
Bioma com legislação própria de proteção. A supressão de vegetação em estágio médio ou avançado de regeneração para loteamento é restrita.
Afloramento natural do lençol freático que dá início a um curso d'água. Tem APP de 50 metros de raio pelo Código Florestal.
Contorno da área, definido pelos vértices. É o dado de partida da análise de viabilidade e do projeto.
Local com vestígios de ocupação humana antiga, protegido por lei. Empreendimentos próximos dependem da manifestação do órgão de patrimônio.
Tendência de uma área a ser atingida por cheias. Cartas oficiais, quando existem, mostram as áreas mais sujeitas a alagamento.
Área protegida por lei, como parques, reservas e áreas de proteção ambiental, com regras próprias que podem impedir ou limitar o parcelamento.
Valor geral de venda: a soma do valor de todos os lotes do empreendimento. Não é lucro; dele saem terra, obra, impostos e despesas.
Avaliação de se uma gleba pode virar loteamento e de quanto ela rende, considerando relevo, restrições ambientais e legais, área útil e mercado.
Ângulo de uma direção medido a partir do norte, no sentido horário, de 0 a 360 graus. Usado em memoriais descritivos.
Modelo de referência da Terra usado para as coordenadas. Misturar datums diferentes desloca a geometria.
Faixa de 6 graus de longitude da projeção UTM. Cada terreno tem o seu fuso; boa parte do Brasil fica entre os fusos 18 e 25.
Amarração de uma área ou de um desenho a coordenadas de um sistema de referência, para que fique no lugar certo no mapa.
Formato de arquivo do Google Earth, com pontos, linhas e polígonos em latitude e longitude.
Arquivo KML compactado, às vezes com imagens e ícones. É o formato padrão de salvamento do Google Earth.
Medição do terreno em campo, com cotas e coordenadas, que dá a base precisa para o projeto executivo.
Grade com os valores de coordenadas nas bordas da prancha, que permite localizar qualquer ponto do desenho.
Ponto do Civil 3D com número, coordenadas, cota e descrição, usado em levantamentos e locação.
Ângulo de uma direção medido a partir do norte ou do sul, até 90 graus, com o quadrante (NE, SE, SW, NW). Alternativa ao azimute nos memoriais.
Formato de dados geográficos composto por vários arquivos (.shp, .dbf, .shx, .prj), com geometria e tabela de atributos. Comum em bases de órgãos públicos.
Sistema de referência geodésico oficial do Brasil. Coordenadas de projetos e de georreferenciamento devem estar nele.
Modelo digital do terreno no Civil 3D, formado por triângulos entre pontos com cota. É a base de perfis, seções e volumes.
Projeção que transforma a superfície da Terra em coordenadas planas em metros, dividida em fusos de 6 graus. É a mais usada em projetos.
Ponto de mudança de direção no contorno de um lote ou de uma área, identificado por coordenadas.
Eixo horizontal de uma via no Civil 3D, com trechos retos e curvas, que serve de referência para perfis e corredores.
Montagem da seção transversal no Civil 3D, feita de subassemblies (pista, calçada, talude), que o corredor aplica ao longo da via.
Colocação e compactação de terra onde o terreno está abaixo da cota de projeto.
Modelo 3D da via no Civil 3D, gerado a partir do alinhamento, do perfil e do assembly.
Retirada de terra onde o terreno está acima da cota de projeto.
Recurso do Civil 3D que referencia objetos de um desenho em outro, como alinhamentos e perfis, mantendo-os sincronizados.
Marcação ao longo do eixo da via a intervalos fixos, usada para referenciar posições no projeto e na obra.
Linha 3D do Civil 3D usada para modelar platôs, cristas e pés de talude na terraplenagem.
Linha que define a cota do eixo da via ao longo do seu comprimento, no perfil longitudinal.
Tabela com as cotas e distâncias para a locação da obra, tirada dos alinhamentos e corredores.
Definição de um platô para cada lote, numa cota compatível com a rua e com os vizinhos, com taludes ou recuos nas divisas.
Corte ao longo do eixo da via, com o terreno natural e o greide de projeto.
Superfície plana do lote, na cota definida pela patamarização.
Corte transversal padrão da via, com larguras, declividades e camadas do pavimento.
Superfície inclinada que liga duas cotas diferentes, em corte ou em aterro.
Conjunto de cortes e aterros que adapta o terreno ao projeto de vias e lotes.
Quantidade de terra a retirar e a colocar, calculada entre o terreno natural e a superfície de projeto. O líquido mostra se sobra ou falta material.
Área que escoa para um mesmo ponto, como uma boca de lobo ou um trecho de galeria.
Estrutura na entrada ou na saída do bueiro, com alas, que protege o aterro e direciona a água.
Dispositivo que capta a água da sarjeta e leva à galeria. Pode ser de guia, de grelha ou combinada.
Conduto que passa a água sob a via ou um aterro, tubular ou celular.
Fração da chuva que vira enxurrada, representada por C no método racional. Depende do tipo de superfície.
Equação que dá a intensidade da chuva a partir da duração e do tempo de retorno, ajustada para cada município.
Largura que a lâmina d'água ocupa na pista a partir da guia. Tem limite para não atrapalhar o tráfego.
Fórmula que relaciona velocidade, rugosidade, raio hidráulico e declividade em condutos livres. Usada para dimensionar galerias e canais.
Tubulação ou canal fechado que conduz a água coletada pelas bocas de lobo.
Quantidade de chuva por unidade de tempo, em mm/h, usada no cálculo da vazão.
Cálculo da vazão de pico de bacias pequenas: Q = C · i · A. É o método usual na microdrenagem de loteamentos.
Sistema de drenagem das ruas: sarjetas, bocas de lobo e galerias que levam a água da chuva do loteamento.
Rede de tubos e estruturas por gravidade no Civil 3D, usada em drenagem e esgoto.
Altura de terra acima do topo do tubo. Tem valor mínimo para proteger a tubulação do tráfego.
Canal formado pela guia e pela pista, que conduz a enxurrada até a boca de lobo.
Tempo que a água leva do ponto mais distante da bacia até o ponto de cálculo. Define a duração da chuva de projeto.
Intervalo médio, em anos, em que uma chuva de certa intensidade é igualada ou superada. É definido pelo órgão que aprova o projeto.
Capacidade do escoamento de arrastar os sólidos, evitando depósitos no tubo.
Fração da água consumida que volta como esgoto. Valor usual de 0,80, definido pela concessionária.
Linha mais baixa da parede interna do tubo, usada como referência de cota da rede.
Altura do escoamento dentro do tubo. Em esgoto e drenagem, tem limite para o tubo não trabalhar cheio.
Estrutura da rede que permite inspeção e limpeza, colocada em mudanças de direção, declividade, diâmetro e nas junções.
Trecho que liga a rede de esgoto da rua ao lote, até o terminal ou a caixa de inspeção.
Conjunto de tubos que recebe o esgoto dos lotes e o conduz por gravidade ao destino final.
Vazão de água do solo que entra na rede de esgoto por juntas e estruturas, por metro de rede.
Força que o escoamento exerce no fundo do tubo. Tem valor mínimo para garantir a autolimpeza da rede de esgoto.
Terminal de inspeção e limpeza: peça que dá acesso à rede ou ao ramal para inspeção e desobstrução, alternativa ao poço de visita em alguns pontos.
Tubo que conduz a chegada de um trecho até o fundo do poço de visita quando o desnível passa do limite.
Coeficientes do dia e da hora de maior consumo, aplicados à vazão média no dimensionamento de redes de água e esgoto.
Programa gratuito de simulação hidráulica de redes sob pressão, aceito pelas concessionárias.
Fórmula empírica da perda de carga em tubos sob pressão, a mais usada em redes de distribuição.
Ponto de tomada d'água para combate a incêndio. A rede é verificada com a vazão de um hidrante por vez.
Perda de energia da água pelo atrito nos tubos e nas conexões, que reduz a pressão ao longo da rede.
Ponto em que a rede nova se liga à rede existente, com a pressão disponível informada pela concessionária.
Pressão na rede com água em movimento (dinâmica) e parada (estática). Ambas precisam ficar dentro dos limites da concessionária.
Rede de tubos sob pressão do Civil 3D, com tubos, conexões e acessórios.
Tubos de PVC para redes de água: o PBA para diâmetros menores e o DEFOFO, com diâmetro externo equivalente ao do ferro fundido, para os maiores.
Conjunto de tubos sob pressão que leva a água aos lotes.
Rede de água em anéis, em que a água chega a um ponto por mais de um caminho. É calculada por métodos iterativos.
Faixa da pista de rolamento destinada às bicicletas, separada por pintura e dispositivos.
Pista própria para bicicletas, separada fisicamente do tráfego de veículos.
Barreira de aço ao longo da via que contém veículos desgovernados em trechos de risco.
Parte da calçada junto à guia, onde ficam árvores, postes, placas e mobiliário.
Parte da calçada reservada à circulação de pedestres, sem obstáculos.
Placa colocada em série no lado externo das curvas para mostrar o traçado da via.
Rotatória de ilha central pequena e transponível, usada em interseções de vias locais.
Piso com relevo que orienta pessoas com deficiência visual: o direcional indica o caminho e o de alerta sinaliza obstáculos e travessias.
Placa que alerta para situações de risco, como curva acentuada e travessia de pedestres.
Placa que informa obrigações e proibições, como pare e velocidade máxima.
Rampa que liga a calçada à faixa de pedestres, para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.
Marcas pintadas no pavimento: faixas, setas, símbolos e faixas de pedestres.
Placas de regulamentação e de advertência, com os suportes.
Dispositivos refletivos fixados no pavimento para reforçar a sinalização, principalmente à noite.
Modelagem da informação da construção: o projeto como modelo 3D com dados, e não só desenho.
Biblioteca de tubos e estruturas que define a forma 3D e as dimensões das peças das redes no Civil 3D.
Software da Autodesk para projetos de infraestrutura: terreno, vias, terraplenagem, redes e loteamentos.
Verificação e solução de conflitos entre as disciplinas do projeto antes da obra.
Cruzamento entre redes ou estruturas que ocupam o mesmo espaço ou ficam sem folga suficiente.
Planta do loteamento sobre imagem de satélite num link com QR Code, em que quem está no terreno vê a própria posição pelo celular.
Junção dos modelos de todas as disciplinas num só, para verificar conflitos.
Software da Autodesk para reunir modelos de várias disciplinas e detectar conflitos.
Extensão instalada no Civil 3D que acrescenta comandos e automatiza tarefas do projeto.
Lista das quantidades de materiais e serviços do projeto, base do orçamento.
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